O Coletivo Parabelo realiza há 14 anos uma pesquisa continuada a respeito das relações entre corpo, performance, cidade e educação. Ao longo desse período, efetuou diálogos artísticos com diversos equipamentos de cultura da cidade de São Paulo, como CEUs, Casas de Cultura, Bibliotecas, Centro Cultural da Juventude, Tendal da Lapa, Centro Cultural São Paulo, além de escolas e universidades públicas em diferentes regiões do Brasil. Participou de eventos como Vertigens Urbanas (SP/2009), I Mostra Cultural da Escola do MST Florestan Fernandes (SP/2010), Festival Panorama (RJ/2011), II Circuito Regional de Performance Bode Arte (RN/2012), Semana Experimental Urbana (RS/2012), 8º Encontro Internacional do Instituto Hemisférico de Performance e Políticas (SP/2013), 5º Encuentro de Acción en Vivo y Diferido (Bogotá/ 2013), Convergência (TO/2014), II Encuentro Latinoamericano de Investigadoras/es sobre Cuerpos y Corporalidades en las Culturas(Bogotá/2015), Periferia Trans (SP/2016), Corpocidade 6 (BA/2018) e Corpo Manifesto (SP/2019). Foi contemplado pelo Programa de Valorização de Iniciativas Culturais – VAI nos anos de 2008 e 2009 e pelo prêmio FUNARTE Artes Cênicas da Rua em 2012. Foram finalizadas seis pesquisas relacionadas ao trabalho do Coletivo Parabelo: Errar/Performar: Performador como Errante, Performance como Errância, por Diego Alves Marques sob orientação da Profa. Dra. Maria Gabriela Imparato, iniciação científica vinculada à graduação em Comunicação das Artes do Corpo na PUC SP; A performatividade como atrator para o encontro entre teatro e performance, por Valéria Ribeiro sob orientação do Prof. Dr. Cassiano Sydow Quilici, iniciação científica vinculada à graduação em Comunicação das Artes do Corpo na PUC SP; Adote o Artista não deixe ele virar Professor: Reflexões em torno do Híbrido Professor Performer, por Denise Pereira Rachel sob orientação da Profa. Dra. Carminda Mendes André, dissertação de mestrado vinculada ao programa de pós-graduação do Instituto de Artes da UNESP; Experiências Erráticas: pistas para a desobediência das performances corporais cotidianas urbanas, por Diego Alves Marques sob orientação da Profa. Dra. Carminda Mendes André, dissertação de mestrado vinculada ao programa de pós-graduação do Instituto de Artes da UNESP; Ser professora é o meu melhor trabalho artístico: táticas educativas, escolares e pedagógicas performáticas, por Bárbara Kanashiro sob orientação da Profa. Dra. Dália Rosenthal, trabalho de conclusão de curso em artes visuais na ECA/ USP e Escrever é uma maneira de sangrar: estilhaços, sombras, fardos e espasmos autoetnográficos de uma professora-performer, por Denise Pereira Rachel sob orientação da Profa. Dra. Carminda Mendes André, tese de doutorado vinculada ao programa de pós-graduação do Instituto de Artes da UNESP. Atualmente o coletivo trabalha com a criação de aulas performáticas no Mutyrão de Imaginação Performativa Política Pedagógica.

Boletim Imaginário #4

Coletivo Parabelo

Boletim Imaginário #5